Bom dia tristeza

(Bonjour tristesse)
França/ Inglaterra / EUA, 1958. De Otto Preminger. Com Jean Seberg, Deborah Kerr e David Niven. Baseado no best-seller de Françoise Sagan.
Cecile (Seberg) é uma garota de 17 anos que vive com o pai, Raymond (Niven), um viúvo milionário e mulherengo. Existe um incesto subentedido. Eles têm sua própria moral e se divertem nas festas e mergulhos na Riviera Francesa. Quando Raymond resolve se casar com uma estilista (Kerr), Cecile rejeita a idéia e traça um plano para afastar os dois.
Françoise Sagan tinha apenas 18 anos quando escreveu o romance.
*ponta de luxo* Juliette Gréco aparece cantando em uma boate.
Jean Seberg
Jean Seberg, americana com jeitinho de francesa, se tornou famosa aos 17 anos, quando interpretou Joana d' Arc, no filme de otto Preminger - disputando a personagem com 18 mil garotas. Depois de Bom Dia Tristeza e Acossado, que a tornou um dos símbolos dos anos 60, Seberg passou a fazer filmes menores, o que mexeu muito com ela. Também sentia falta da sua juventude. Namorou Clint Eastwood. Casou-se duas vezes e dividiu uma curta e intensa paixão com o escritor Cárlos Fuentes. Grávida e quase no fim de sua curtíssima existência, foi perseguida (e ameaçada) pelo governo americano porque dizia-se que era ligada aos Panteras Negras. Sofreu um golpe quando perdeu o filho, com apenas três dias de vida. Quando ele morreu, ela tirou 180 fotos do bebê. Internada com esquizofrenia, escreveu dois livros, Blue Jean, sobre sua doença e Como escapar de si mesmo, um manual de instruções para suicidas. Foi encontrada morta numa rua estreita de Paris, dentro de um Renault, aos 40 anos, tendo ao seu lado uma garrafa de água mineral e um bilhete de suicídio.
.......
"Não tentarei descrevê-Ia. Era indescritível. Era uma incitação, uma dádiva, uma loucura. A qualidade das rendas e das sedas, a maneira de se entrelaçarem, o modo de se abrir e se fechar, revelar e ocultar, imitar e transformar, parecer-se e desaparecer, tudo isso contrastava maravilhosamente com aquela simplicidade guerreira, andrógina de que já falei: Diana, a santa combatente, Diana, a gamine parisiense. Censurei-me. Ela odiava essa palavra. Désolé." (Diana, a Caçadora Solitária, de Carlos Fuentes, sobre seu romance com a atriz)
.......
.
.
Alta Fidelidade
(High Fidelity) EUA, 2000. De Stephen Frears, baseado no livro Alta Fidelidade, de Nick Hornby. Com John Cusack, Jack Black, Lisa Bonet, Catherine Zeta-Jones e Tim Robbins. Bruce Springsteen faz uma participação-surpresa no filme. Ooops.
"0 que importa é do que gostamos, não o que somos." Rob Gordon
Gordon é um personagem recorrente nos livros de Nick Hornby, o cara de trinta anos que não quer nada com nada e estica a adolescência até o limite máximo. Em Alta Fidelidade, ele aparece como o dono de um sebinho de discos que acabou de ser abandonado por sua garota. Além de vinil, ele curte fazer listinhas top fives - os melhores filmes, as melhores faixas do lado B, os melhores álbuns de rock etc. Grilado com o chute da namorada, resolve fazer uma lista das cinco mulheres mais importantes da sua vida e sai para encontrá-Ias e tentar descobrir o que deu errado. Livro bacana, filme bacana. I love John Cusack.
“0 livro de Hornby é simplesmente toda a verdade sobre os homens." – Stephen Frears
O ator também foi produtor e co-roteirista do filme. John Cusack disse não para Dormindo com o Inimigo e Proposta Indecente: "Fico longe das produções que glorificam a violência ou brutalizam a mulher." - disse à revista Marie Claire.
Um dos trunfos de Alta Fidelidade é a dupla Jack Black e Todd Louiso, vendedores da loja de discos. Cusack e os roteiristas escreveram o roteiro pensando em Jack Black; o ator recusou o papel, mas depois voltou atrás. O DVD contém nove cenas que não entraram na versão final do filme. Uma delas mostra Rob negociando com uma mulher traída que, para se vingar, resolve detonar os discos raros do marido. Mas Rob acaba não comprando nenhum para não sacanear o dono da coleção.
...
O Top Five de Rob Gordon / Cinema
Cinco melhores filmes europeus: Betty Blue, Subway, Ata-me, O Silêncio do lago, e Diva, paixão perigosa, embora em geral eu prefira filmes americanos. Cinco melhores filmes americanos e, portanto, melhores filmes já feitos: O poderoso chefão, O poderoso chefão – parte II, Taxi Driver, Os Bons companheiros e Cães de aluguel.
........
Dizer "Eu te amo" é fácil, não é porra nenhuma, e quase todo homem que conheço faz isso o tempo todo. Já agi como se não conseguisse dizê-Io umas duas vezes, embora não tenha certeza porquê. Talvez porque quisesse emprestar a esses momentos uma espécie de romantismo canastrão à Doris Day, torná-los mais memoráveis do que seriam de outra forma. Você sabe como é, você está com alguém e começa a dizer algo, depois pára e ela pergunta "O quê?", e você manda "Nada", e ela manda "Por favor, fale", e você manda "Não, vai parecer idiota" e ela então força você a cuspir fora o negócio, embora você tivesse a intenção de dizê-lo o tempo todo, e acha que tem mais valor ainda por ter sido difícil de conseguir. Talvez soubesse o tempo todo que você estava de sacanagem, mas de qualquer maneira ela não se importa. É como uma citação: é o mais perto que conseguimos chegar de estar dentro de um filme. (Do livro Alta fidelidade - editora Rocco)
....
.
Os bons companheiros

"Do velho arcaico ao jovem arcaico, e hipnótico, e sifilítico, e mestre de si mesmo e de todos nós, com admiração." Telegrama de Bernardo Bertolucci para Luiz Fernando de Carvalho, após assistir Lavoura Arcaica, em Roma.
"Antonio Banderas é uma fogueira latina com olhos capazes de acionar a puberdade, reverter a menopausa, causar orgasmos em animais de estimação, plantas e eletrodomésticos." Libby Gelman-Waxner, crítica de cinema
"Uma voz extremamente cultivada, com uma pronúncia perfeita. Audrey Hepburn nunca falava alto, e então você tinha que chegar mais perto, ouvir com atenção, e você queria isso." Stanley Donen
"Sean Penn é o maior ator vivo." Marlon Brando
"Marlon Brando foi o maior ator que já viveu." Barbra Streinsand
"Dividimos roupas, maquiagens, cremes, segredos de beleza e confidências. O que mais pode se esperar de um pai?" Liv Tyler sobre seu pai, sobre Steven Tyler, líder do Aerosmisth.
"É claro que você é divertida, você parece um pintinho que acabou de sair do ovo." Elvis Presley para Goldie Hawn
"Faye Dunaway é a última das deusas." Billy Wilder
"Victor [Belfort], a minha vontade erra estar no ringue para sentir o que é ser você lutando". Catherine Zeta-Jones
"Eu queria um homem com alma de criança, um sujeito bom, caloroso, absolutamente capaz de aceitar o extraordinário, o irracional." Steven Spielberg explicando por que escolheu Truffaut para fazer o cientista em ET.
"Eu ri tanto que fiquei doente, realmente tive um ataque cardíaco de tanto rir. Foi uma das coisas mais engraçadas que já vi na minha vida." Orson Welles sobre "O Terror das Mulheres", de Jerry Lewis.
"Bill (Holden) era uma das pessoas que eu mais amei no mundo." Billy Wilder
"Ingmar Bergman, Kurosawa e Buñuel são os três maiores poetas do cinema." Woody Allen
"Sua voz rouca, suspensa, ideal para o duplo sentido, faz até as mais simples observações parecerm apelos de acasalamento na selva." Ernest Hemingway, sobre Lauren Bacall
* Os Bons Companheiros {Goodfellas}. EUA, 1990. De Martin Scorsese. Com Robert De Niro.
A rosa púrpura do Cairo

A ROSA PÚRPURA DO CAIRO
Em que filme você gostaria de entrar, poder participar e até modificar o final?
Jorge Furtado, roteirista e diretor de cinema: Noites de Cabíria, para não deixá-la tão triste...
Adriana Falcão, escritora e roteirista Se eu pudesse entrar em um filme, entraria em Perdas e Danos e ficaria ali, pertinho, só olhando para Jeremy Irons e a Juliette Binoche namorando. Acho muito sensual esse filme.
Manoel Carlos, autor de novelas Obviamente, escolheria Casablanca. E no final, quando já está se preparando para embarcar, Ingrid Bergman deixaria Paul Henreid falando sozinho e ficaria com Humphrey Bogart.
João Ximenes Braga, jornalista Como bom preguiçoso, não faço muita questão de entrar num filme. Necessário fosse, preferiria qualquer um dos dirigidos por Andy Warhol, pois neles ninguém faz nada além de dormir e trepar.
Sérgio Augusto, jornalista Eu gostaria de entrar em Bambi (o filme mais traumático da história do cinema) e impedir que os caçadores matassem a mãe do epônimo personagem.
Pedro Dória, jornalista Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida. Pode ser tudo igual, desde que eu seja o Indy ;-)
Juca de Oliveira, ator Eu escolheria O Articulador, dirigido por Dan Algrant, com Al Pacino, para mudar o final. O final errado levou a critica a considerá-Io um dos piores filmes do ator. Nas cenas finais, Eli Wurman, o personagem vivido por Pacino, é assassinado numa estúpida e idiota reversão de expectativa. Se ele sobrevivesse e desvendasse o assassinato da moça, o filme teria sido sucesso e a critica positiva.
Xico Vargas, jornalista Grand Prix, de John Frankenheimer, filme do final dos anos 60.
A rosa púrpura do Cairo. EUA, 1985. De Woody Allen. Com Mia Farrow e Jeff Daniels.
Afogando em números
Luís Fernando Veríssimo, escritor O filme que eu assisti mais vezes foi Gunga Din. Perdi a conta das vezes.
J.R. Duran, fotógrafo Um Homem e uma Mulher. O filme de Claude Lelouch, com Jean Louis Trintignant e Anouk Aimée. Assisti 16 vezes e choro sempre no final.
.

Mario Prata, escritor Umas dez vezes, Cat Balou e Meu Tio, do Tati.
Mino Carta, jornalista Vários filmes, mais de 20 vezes: No Tempo das Diligências e Rastros de Ódio, do John Ford; Ladrões de Bicicleta, do De Sica; Blade Runner, de Ridley Scott; Tempo Modernos, do Chaplin; Os Companheiros e Rufufu, do Mario Monicelli; Amarcord, do Fellini.
Lucélia Santos, atriz Romeu e Julieta, umas dez vezes. Era adolescente e me apaixonei pelo filme do Zefirelli.

Gilberto Braga, autor de novelas Quanto Mais Quente Melhor. Não contei, mas posso calcular por volta de 20 vezes.
Joaquim Ferreira dos Santos, jornalista Vi Acossado não sei quantas vezes, no cinema, em VHS ou em DVD, e de quando em quando ainda me dá vontade de sair na praça para comprar a edição de hoje do Herald Tribune. Não me de nada mais charmoso no cinema. Um pop-policial-pensante. Tenho o bonequinho imã do Belmondo na porta da geladeira e o cangote da Jean Seberg sempre em mente.
Roger, do Ultraje a rigor Eu devo ter visto American Grafitti umas 8 vezes, aproximadamente.
João Ubaldo Ribeiro, escritor Eu já fui viciado em cinema e perdi a conta dos filmes, de todos os tipos, a que assisti, também não sei quantas vezes, mas alguns, com certeza, dezenas. Estou esquecendo inúmeros (e importantes, mas é que a memória é vigarista), Não dou em ordem de importância nem coisa nenhuma, é só uma lista expelida de um jato: Dr. Strangelove, Picnic(Glauber e eu), Janela Indiscreta, O Juízo Universal (Sica, esquecido - Cacá duvidava que existisse e eu achei na Internet Movie Database), The Searchers, West Side History, Música e Lágrimas, O Dia D , O Gande Ditador - ah, uma porrada...

Ledusha Spinardi, poeta e tradutora O Boulevard do Crime, Marcel Carné; Verdades e Mentiras, Orson Welles; Touro indomável, Scorsese; Ladrão de Casaca, Hitchcock; Manhattan, Woody Allen; Noites de Cabíria, Fellini; O Bandido da luz Vermelha, Rogério Sganzerla.
Wagner Carelli, jornalista Os filmes que assisti mais vezes foram Ben-Hur (não posso calcular com precisão, mas certamente não foram menos de 10), A Felicidade não se Compra, a que assisti precisamente 8 vezes e O Último Tango em Paris, 5 vezes.

Luciana Villas-Boas, editora Quando eu era criança, gostava de ver muitas vezes o mesmo filme. Vi Hatari 15 vezes, assim como A Família Suiça. Foram meus recordes. Quando Setembro Vier, Sissi, O Diário de Anne Frank, Elza, a Leoa e Guerra dos Botões, 8 vezes. Também nesta faixa, todos os Elvis Presley, por quem era apaixonada quando menininha. Da Disney, somente A Bela Adormecida e A Dama e o Vagabundo podem competir com estes títulos. Na vida adulta, só Amarcord chegou perto, 6 vezes. E A Guerra Acabou, O Sétimo Selo, O Discreto Charme da Burguesia e Acossado (fora o remake), 4 vezes.
Nelson Motta, produtor musical Help, umas 10 vezes.
Sílvio de Abreu, novelista O filme que mais assisti no cinema foi Sinfonia Carioca, 1955, de Watson Macedo, com Eliana e Anselmo Duarte. Devo ter visto mais de 30 vezes. Depois foi Um Lugar ao Sol, 1951, de George Stevens, com Elizabeth Taylor, Montgomery Clift e Shelley Winters, mas aí já se incluem as vezes que assisti em vídeo, LD e depois DVD em casa.
Mauro Ventura, jornalista Os filmes que vi mais vezes não têm nada de glamurosos, elaborados ou sofisticados. Foram - e eu digo aqui bem baixinho - Os Embalos de Sábado à Noite e Grease. Sabe como é, eu era adolescente na época, empolgado pela onda disco, por Bee Gees, querendo ser John Travolta, querendo ficar com a Olivia Newton-John... A gente via e revia os filmes o tempo todo. Depois, ao longo dos anos, ainda revi os dois na programação da TV ou em vídeo.
Augusto Nunes, jornalista ...E o Vento Levou, 5 vezes.

Daniel Filho, diretor de TV O filme que mais assisti é, sem dúvida, Cantando na Chuva. Nas 1a. e 2a. semanas de exibição, na estréia, eu com 14 ou 15 anos, assisti 12 vezes. Até 78/79 tinha que catar um relançamento ou em Paris, em festivais, e alugava cópias em 16mm. Depois, com a chegada do vídeo, foi um dos meus primeiros. Para não perder o gosto, vejo no mínimo duas vezes por ano. Teve anos que exagerei! Até hoje, por exemplo, deve estar perto de + ou - 50 vezes. Nunca contei. Uso o filme no lugar de calmante, ou quando quero relaxar, ou pensar em cinema, e por último, mas não como último na lista, para me divertir!
Matthew Shirts, jornalista Pulp Fiction, umas 8 vezes.

Manoel Carlos, autor de novelas Picnic, com William Holden e Kim Novak. Devo ter visto umas 10 vezes.
Leo Jaime, cantor Acho que foi Cantando na Chuva, ou Blade Runner, ou Janela Indiscreta. Sei lá. Esses favoritos eu vi várias vezes. Quanto mais Quente Melhor idem. ET! Mas não sei qual vi mais vezes. Acho que foi o Blade Runner. Teve a versão do diretor, depois de tudo. Laranja Mecânica também vi várias vezes. Grease!!!! Cidadão Kane!!! As Sete vanpiras eu vi várias vezes por razões profissionais.

Fernanda Torres, atriz 2001 - Uma Odisséia no Espaço. Perdi a conta de quantas vezes vi esse filme.
Jorge Furtado, diretor de cinema Annie Hall (Woody Allen) e Nós que nos amávamos tanto (Ettore Scola), mais de 5 vezes. Em vídeo talvez seja A Pequena Sereia, meus filhos viam quase todos os dias, às vezes mais de uma vez por dia...
Arrigo Barnabé, cantor e compositor Os que mais assisti foram 2001 - Uma Odisséia no Espaço, e A mulher do Lado, mais de 6 vezes cada.
Ana Maria Magalhães, atriz e cineasta: Luzes da Ribalta, quando eu tinha 4 anos de idade, mas não lembro quantas vezes. Todos os dias pedia à minha babá pra me ler pra ver o filme de novo.
Vinícius Viana, roteirista Adoro os clássicos, mas adoro porcaria também. Enfim... Acredito que ao longo desses anos todos desde que comecei a acompanhar cinema, o filme que mais vi foi O Poderoso Chefão (o primeiro). Acredito tê-lo visto umas 15 vezes. Sou do tipo que descubro um diretor e tento ver toda a obra do cara. Recentemente me aconteceu com Ernest Lubitsch. Acho que consegui ver todos os filmes da fera. Mas nessa lista dos filmes que mais vi entram dois que são, digamos, favoritos, um inclusive será motivo de chacota. Duro de matar (o primeiro), vi umas 12 vezes. E, recentemente, andei revendo no Telecine, o mesmo filme umas 10 vezes. E French Kiss ( não me lembro o em português, acho que Surpresa do coração). É um filme do Kasdan, com Meg Ryan e Kevin Kline. Um roteiraço, eu amo esse filme.

Arnaldo Jabor, cineasta e comentarista Cantando na Chuva, mais de dez vezes.
Ruy Castro, escritor O filme que mais devo ter visto é Um Corpo que Cai (Vertigo), de Hitchcock. Vi-o na estréia, em 1959 0u 1960, três vezes. Depois, numa reprise em meados dos anos 60, mais uma. De novo, numa sessão "última chance" (de ver no o filme antes de a cópia ser destruída) no lendário Paissandu, aqui no Rio, em 1966. Quando saiu em VHS americano, comprei e vi várias vezes. Quando saiu em laser, aposentei o VHS e vi de novo, não sei quantas. E, há uns dois anos, saiu a versão restaurada em DVD, que também comprei e já passei umas 3 vezes. E só no DVD tive a surpresa de saber que o filme (originalmente em VistaVision) era em tela larga. Mas você não viu no cinema, dirá você. Sim, mas no Brasil os filmes em VistaVision passavam em tela normal. Não é incrível? Calculo que tenha visto Um Corpo que Cai umas 15 vezes, mas é pouco, não? Só é muito em comparação à quantidade de vezes que Pauline Kael fazia questão de ver cada filme: uma vez só! O filme brasileiro a que mais assisti foi Todas as Mulheres do Mundo, umas 6 ou 7 vezes.
*Afogando em números (Drowning by numbers). Inglaterra, 1998. De Peter Greenaway. Com John Standing e Matthew Delamere.
















