Matt Damon


A música e o cinema 11




adoro a interpretação dele.

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John Williams


A música e o cinema 10



John Williams também compôs os temas musicais de Guerra nas estrelas, ET, Super-Homem, e Harry Potter, entre outros.

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Que roteiro você gostaria de ter escrito?




Cora Rónai, jornalista: La Nuit de Varennes, dirigido por Ettore Scola. O título em português é ridículo, "Casanova e a Revolução". O filme, aliás, é dedicado ao Sergio Amidei, que não chegou a vê-lo -- e que, só descobri no outro dia, é de Trieste, das bandas do lado italiano da minha família: fiquei toda prosa. Na verdade, gosto tanto deste filme que, se tivesse que escolher um só filme no mundo, talvez fosse ele.

Adriana Calcanhotto, cantora: Limite, de Mário Peixoto.

Tutty Vasquez, jornalista: Depois de Horas, de Martin Scorsese

Hélio de La Pena, humorista: Brilho Eterno de uma mente sem Lembranças.

Luiz Paulo Cuenca, escritor: Oito e meio.

Ignácio de Loyola Brandão, escritor: Fácil, fácil. Gostaria de ter escrito o roteiro de Oito e Meio, de Fellini. É o filme que mais gosto. Já assisti cerca de 108 vezes, desde que foi lançado.

Chacal, poeta: Terra em Transe.

Gilberto Braga: Se meu apartamento falasse.

Chico Buarque, compositor: Falcão Maltês.*


*não posso me responsabilizar 100% por essa resposta, pois ele não disse pra mim. Infelizmente, inclusive. Foi um rapaz chamado Gabriel, que trabalhava na Biscoito Fino que me falou quando pedi que perguntasse ao Chico, que estava na área.

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Gwyneth Paltrow


A música e o cinema 9


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Alguém tem que ceder




(Something's Gotta Give)
EUA 2003. De Nancy Meyer. Com Jack Nicholson, Diane Keaton, Keanu Reeves, Amanda Peet e Frances McDormand.

"Você é uma mulher feita para amar." - Harry


Nancy Meyer, roteirista e diretora, escreveu a história pensando em Diane Keaton e Jack Nicholson. Sem a dupla, o filme seria uma bobagem. Não sou de rir em comédias americanas, mas ri muito na cena que Diane Keaton descobre que trocou seus óculos com os de Jack, começa a chorar e não pára mais. Uma coisa bacana é ser uma comédia romântica com uma dupla bem acima dos 50. Não me lembro de nenhuma outra.

Harry é um sessentão que só quer saber de mulheres jovens. Erica é uma dramaturga conceituada que, coincidentemente, é a mãe de sua namorada atual.

Keanu Reeves e Amanda Peet são colírios. Jack Nicholson mostra a bunda (“Tenho muito orgulho do meu traseiro. Queria que o colocassem no pôster do filme") e Diane Keaton foi corajosa ao se mostrar nua perto dos 60, ainda que rapidamente. "Não foi difícil porque eu tive que demonstrar o que realmente estava sentindo, que era muita vergonha", contou a atriz. Esqueça da vida; faça pipocas.

O cd é superbacana. Tem Astrud Gilberto cantando '"Samba de Verão"; tem "Aquarela do Brasil"; e Heitor Pereira mandando bem com “Remeber me”. Louis Armstrong, Jimmy Cliff e Paul Simon também fazem parte da trilha sonora.

Uau! Jack Nicholson cantando La Vie en Rose, quando sobem os créditos.

Veja o trailer aqui.



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Hugh Grant


O cinema e a dança 6




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Oito e meio





(8 1/2)
França/ Itália, 1963. Roteiro e direção de Frederico Fellini. Com Marcello Mastroianni, Claudia Cardinali, Anouk Aimée. Oscar de melhor filme estrangeiro.



"Em que momento errei o caminho?" - Guido


Sem inspiração para criar, o diretor de cinema Guido Anselmi (Mastroianni) não consegue realizar seu filme, enquanto os produtores se desesperam e os técnicos fazem um cenário gigantesco. O personagem, claramente autobiográfico, é guiado pelo seu inconsciente, por onde passeiam as mulheres da sua vida, a primeira prostituta, a corista já envelhecida, a amante fútil e a esposa elegante. As fantasias (mulheres num harém imaginário, felizes e prontas para servi-lo), se juntam às lembranças da infância marcada pela repressão católica, embebidas na atmosfera circense que Fellini tanto gostava. A música de Nino Rota contribui para dar ao filme um clima onírico. Genial.

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Jantar na casa de Fellini: quando Ingmar [Bergman] sentou-se num canto com Giulietta Masina, ela perdeu sua timidez e começou a cantar. Uma voz alta, clara, como a de uma criança.
- Não posso sair da sala um minuto sem que minha mulher faça alguma tolice, disse Fellini, à porta. Ela se levantou depressa. Não respondeu. Através da janela da varanda, a vi caminhar pelo jardim, colhendo flores das árvores. Mais tarde, entrou novamente e deu uma a cada um de nós. Sorria o tempo todo. Mas, quando se movimentava, era nas pontas dos pés - para ninguém notá-la." (Liv UlImann - Mutações)

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